domingo, janeiro 08, 2006

A página em branco…

O drama da página em branco, das ideias que não surgem, da vontade de criar que não cessa, da dificuldade em escrever o quer que seja quando parece que todas as ideias já se esgotaram…
Pois é, tudo o que acima descrevi deve acontecer a todos os escritores. A mim, não.
Porquê? Porque tenho liberdade para escrever sobre qualquer coisa, mesmo que não tenha significado ou sentido, e assim não tenho os problemas que outros têm. Para além disso, eu não sou escritor! Escrevo umas coisas…
É a mesma coisa que chamar tarado a alguém que, ocasionalmente veste a sua gabardina de cor creme, sem mais nada por baixo, e vai para a estação de Entrecampos numa qualquer sexta-feira, entre as 22h e as 23h30, e abre a gabardina orgulhosamente a todas as jovens que aparecem!
Depuração! Palavra que ainda agora vi, e que julgo que ficava bem neste texto…

Ora, depuremo-nos então…

Optemos por ir comprar gabardinas claras, e depuremo-nos todos ao mesmo tempo, esta sexta-feira, pelas 22h45 na estação de Entrecampos, em pontos estratégicos!
Eu vou para junto do quiosque dos jornais…

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Visitas aqui ao cú mulo da parvoíce a partir de 11/09/2007 porque perdi o outro antigo

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