Perdi o meu filho.
Diziam que se metia na droga.
Nunca me dei muito com ele. Quer dizer... Ele era meu filho. Falavamos, riamos. Mas... nunca o cheguei a conhecer bem. Dizem que era um rapaz divertido. Muito boa pessoa.
Conosco nunca se abria muito. Calado. Introvertido. MAs era um rapaz impecável. atinado.
Hoje, e passado um dia da sua morte, encontrei um bilhete dele dirigido aos país. E aos amigos.
Pela primeira vez senti que fiquei a conhece-lo um pouco melhor. E apesar de tudo, esbocei um sorriso.
Não se metia na droga. Fumava umas coisas de vez em quando. bebia umas cervejas também de vez em quando.
Quem sou eu para criticar?
Nunca tive razoes de queixa.
Fez sempre tudo o que quiz e conquisou o que sempre esperei que conquistasse.
Hoje tenho pena de não ter lido o bilhete antes da sua morte.
Creio que seria muito mais tolerante.
poderiamos falar sobre as suas namoradass. Ve-lo fazer um charro a nossa frente.
Mas isso é o que digo agora.
Não é o que diria.
Adeus Filho.
Continuo a amar-te
Mae
ps: vou comer um iogurte
5 comentários:
Comentei só por comentar.
Já que ninguém comenta, eu decidi comentar.
Já agora, qual era o sabor do iogurte?
eu acho que devia ser de morango... toda a gente gosta de iogurte de morango.,.. ou também podia ser de baunilha... esses não há mta gente que goste mas também são muito bons
:)
Mais importante que o sabor, convém saber se o iogurte tinha ou não pedaços, e se era daqueles cremosos muitos bons.
A saber:
Era um iogurte de... cócó!
Eu tenho uma teoria...
Prenderam-se ao iogurte para não terem que comentar o resto...
Espertinhos.
Brilhante, Kimera... Brilhante.
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