Ante-Scriptum:
Ao fim de umas longas férias de info-exclusão, volto para esta nossa tertúlia literária aproveitando como noutros tempos os gaps que surgem entre as aulas.
Vejo que o nosso pequeno blog tem vindo a ficar menos activo e penso que essa situação requer apenas mais dedicação da nossa parte e menos queixas de falta de tempo.
A perda da inocência:
Quando era criança além do Dartacão e do He-Man tinha uma cassete que apreciava muito ver, era um filme da Disney que retratava o aniversário do Pato Donald (personagem que muito influenciou a minha vida) e que se chama “Olá Amigos/Saludo Amigos/Hi Friends”.
Nesta bela estória de amizade incondicional o nosso amigo Donald recebia um enorme embrulho de onde saíam os seus amigos da América Latina e levavam Donald num tapete voador a umas visitas turísticas (não sexuais) aos seus países.
Até ontem à 1 hora de manhã era esta a ideia que eu tinha, porém ao ler um livro sobre a História do nosso Brasil “país irmão”, descobri que, depois do início da 2ª Guerra Mundial, os Estados Unidos lançaram uma campanha de propaganda massiva sobre os países da América Latina, nomeadamente o Brasil. Até este ponto não existem novidades.
Continuo a minha leitura e o grande mistério é-me finalmente revelado: todo o filme faz parte desta terrível conspiração para aproximar politicamente os dois países. Inclusivamente a invenção da nova personagem que conquistou todos os brasileiros: o alegre papagaio Zé Carioca.
Toda a estória maravilhosa que eu inocentemente vi enquanto menino era de facto uma exploração do sentimento de amizade das alegres aves para convencer o Brasil a alinhar na guerra ao lado dos Aliados.
Já não há nada sagrado?
Ao fim de umas longas férias de info-exclusão, volto para esta nossa tertúlia literária aproveitando como noutros tempos os gaps que surgem entre as aulas.
Vejo que o nosso pequeno blog tem vindo a ficar menos activo e penso que essa situação requer apenas mais dedicação da nossa parte e menos queixas de falta de tempo.
A perda da inocência:
Quando era criança além do Dartacão e do He-Man tinha uma cassete que apreciava muito ver, era um filme da Disney que retratava o aniversário do Pato Donald (personagem que muito influenciou a minha vida) e que se chama “Olá Amigos/Saludo Amigos/Hi Friends”.
Nesta bela estória de amizade incondicional o nosso amigo Donald recebia um enorme embrulho de onde saíam os seus amigos da América Latina e levavam Donald num tapete voador a umas visitas turísticas (não sexuais) aos seus países.
Até ontem à 1 hora de manhã era esta a ideia que eu tinha, porém ao ler um livro sobre a História do nosso Brasil “país irmão”, descobri que, depois do início da 2ª Guerra Mundial, os Estados Unidos lançaram uma campanha de propaganda massiva sobre os países da América Latina, nomeadamente o Brasil. Até este ponto não existem novidades.
Continuo a minha leitura e o grande mistério é-me finalmente revelado: todo o filme faz parte desta terrível conspiração para aproximar politicamente os dois países. Inclusivamente a invenção da nova personagem que conquistou todos os brasileiros: o alegre papagaio Zé Carioca.
Toda a estória maravilhosa que eu inocentemente vi enquanto menino era de facto uma exploração do sentimento de amizade das alegres aves para convencer o Brasil a alinhar na guerra ao lado dos Aliados.
Já não há nada sagrado?
2 comentários:
"mais dedicação da nossa parte e menos queixas de falta de tempo"- Eu não diria melhor...
Quanto ao conteúdo do texto, não pude deixar de reparar que o grande Cookie_Monster utilizou a dada altura a palavra "massiva".
Ora, este facto causou em mim alguma estranheza, pelo que fui ver se essa palavra existia no nosso vocabulário.
Então fui...
(mentira, não fui. Não me apeteceu)
O que se passou foi o seguinte. A palavra em português que deve ser correctamente utilizada é "maciça".
Contudo, em 2003 os Estados Unidos decidiram invadir o Iraque em busca das armas de destruição maciça. Até aqui tudo muito bem, o problema é que alguns dos nossos comentadores, numa tradução algo falseada, optaram por introduzir no nosso léxico a palavra "massiva", traduzindo de "massive".
Desde então tornou-se comum a utilização da palavra "massiva", pese embora eu creie que esteja incorrecto.
Ainda assim, o facto de Nuno Rogeiro utilizar essa palavra faz com que passe a ser correcto utilizá-la também!
Uma vez mais, Nuno Rogeiro encontra-se à frente das revisões ortográfcas...
(Ai, que vontade de escrever!!)
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